Faz sentido haver uma data específica para o dia da mentira.
Afinal de contas, todo mundo mente, em maior ou menor grau.
Muitas vezes o ato de mentir é um misto de distorção profissional e patologia. Este é o caso de alguns políticos.
O dissimulado:
Mente para alcançar objetivos imediatos.
Faz promessas grandiosas nas campanhas eleitorais, mesmo sabendo que jamais poderá cumpridas.
O narcisista:
Conta mentiras mesmo depois de eleito.
Infla seus tributos pessoais e super valorizar os feitos de sua administração pelo simples prazer de ser admitido.
O delirante:
Diz as suas bases que é uma das pessoas mais influentes do partido, mas integrar o segundo escalão.
Como vive numa fantasia nem tem consciência de sua mentira.
O incurável:
Vive roubando o dinheiro público, mas insiste em dizer que é honesto.
Acha que está acima das leis e que merece um conhecimento do público mais polpudo, digamos.
Não tem tratamento:
Quando é flagrado, renuncia o cargo e volta na eleição seguinte.
fonte:web