À esquerda, o inocente, preso por cinco anos. À direita, verdadeiro culpado
Ser condenado por algo que se é inocente é revoltante, um prejuízo irreparável ao injustiçado pelo resto da vida. Em Belo Horizonte, uma mulher descobriu que incriminou injustamente um homem (hoje já senhor de idade) a 16 anos de prisão, tendo cumprido mais de cinco. Ela foi estuprada há treze anos, mas reconheceu o verdadeiro criminoso nesta semana, depois de ele ter sido preso acusado pelo mesmo crime.
Claro que a vítima estava sensibilizada naquela época, e isso obviamente influenciou-a, mas o que dizer num caso tão grave como este? Junto do estrago provocado pela polícia (que também tem obrigação) e Justiça, a vítima poderia também ser responsabilizada por ocasião de uma reparação pelos danos provocados ao injustiçado.
Ser condenado por algo que se é inocente é revoltante, um prejuízo irreparável ao injustiçado pelo resto da vida. Em Belo Horizonte, uma mulher descobriu que incriminou injustamente um homem (hoje já senhor de idade) a 16 anos de prisão, tendo cumprido mais de cinco. Ela foi estuprada há treze anos, mas reconheceu o verdadeiro criminoso nesta semana, depois de ele ter sido preso acusado pelo mesmo crime.
Claro que a vítima estava sensibilizada naquela época, e isso obviamente influenciou-a, mas o que dizer num caso tão grave como este? Junto do estrago provocado pela polícia (que também tem obrigação) e Justiça, a vítima poderia também ser responsabilizada por ocasião de uma reparação pelos danos provocados ao injustiçado.
