Infelizmente, temos que continuar com isso que aí está, políticos medíocres, estado mal governado, sem estrutura nenhuma que gere esperança de desenvolvimento pelo menos nos próximos 30 anos, uma vergonha.
Não se endivida o estado. O caminho é outro. Buscar a qualquer custo o dinheiro federal que existe em abundância, para a concretização de nossas obras estruturantes.
Buscar o capital privado para a exploração do nosso turismo, dos nossos minérios, de nossos vales úmidos, de nossas terras férteis a começar pelo cerrado e nossas margens de rios, bem como industrializar a Grande Teresina e as regiões nobres do estado, tão ricas, mas, carentes de projetos consistentes de desenvolvimento.
Entretanto, eles só sabem endividar mais o estado. Quanto mais empréstimos buscarmos para aplicar em coisa nenhuma de concreto, gerando estrutura para o desenvolvimento, vamos comprometer nossas receitas, pagar mal nossos servidores e continuarmos com educação e saúde de segunda e terceira categoria, sem indústrias, sem progresso, sem desenvolvimento de coisa nenhuma e para alguns, até falta de vergonha. Olha que 9, 10, 11 ou 12 bilhões é dinheiro demais para esse deprimente quadro em que estamos vivendo no nosso Piauí. Nada de grandeza. Pelo contrário, vivemos numa pequenez de fazer dó, onde o atraso é o retrato da mediocridade de nossa classe política que infelizmente desgoverna esse estado. Um Piauí rico de dádivas de Deus, mas, porém, pobre de políticos nobres e competentes, que tenham a capacidade de mudar os rumos desse nosso sofrido e mal governado Piauí. Essa é a nossa mais triste realidade.
Jogo aberto.
Jogo aberto.